um menino que gostava de meninos – 6

… ou, como falar muito e não dizer quase nada…

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Se você, cara leitora ou leitor, tem gasto seu precioso tempo por aqui, nem que seja só dando umas clicadas, terá percebido que muitas coisas andam paradas no tempo. No blog como na vida, tem sido um jogo de espelhos. Escrever nunca foi meu forte, nunca fazia as descrições e redações na escola, que já não era lá essas coisas no meu tempo, e eu aluno ainda mais relapso. O que me faltava para escrever minhas redaçõezinhas? Imaginação e vontade. E sobretudo leitura. Hoje continuam em falta. Diz Nelida Piñon que ninguém pode escrever sem que tenha bom conhecimento, erudição, leitura dos grandes, do que já se fez. Bem, para se tornar um escritor, acho que sim. Pra ser um blogueiro pouco lido, nem tanto. A ignorância é livre, hoje em dia.

Seja você erudito ou um simples curioso, porém, escrever se mostra igualmente um exercício necessário. Isto posto, e consideradas as limitações, aprendi a ser um pouco cara-de-pau. A Internet permite isso! Uma coisa que sempre me envergonhou, mais do que a exposição de fatos pessoais, biográficos, é a sensação de ridículo que me dá escrever, ou melhor, expor o que é escrito. Sabe, quando você sente atração por alguém, se desnuda e a pessoa te ridiculariza e você dá aquela desistida de tudo? Fica aquela sensação de que a pessoa que está lendo interpretará seu texto confessional como vaidade, quase nunca como necessidade. Sobre o assunto, se um dia tiver curiosidade, me permito citar dois textos: um conto, “Então você quer ser escritor?”, de Miguel Sanches Neto; e o livro “O Cabotino”, de Paulo Polzonoff. Eles não falam explicitamente, mas se algum dia eu acreditei que pudesse escrever uma linha, depois de lê-los tive a certeza de que isso era projeto para outra vida. Mas como todo trauma, se não aniquila ajuda, se bem curado nos fortalece e nos deixa melhores do que antes … e fiquei pensando que devia dar a cara a tapa, ir adiante, me mostrar. Escrever bem, claro, é uma difícil arte, e minha ignorância me faz lembrar de apenas dois escritores que se “descobriram” depois de velhos. Ambos pela vida dura e restritiva que levaram na flor da idade. Falo de Cora Coralina e José Saramago, que tiveram a sorte de viver ainda muitos anos depois que começaram a escrever. Depois de ler o conto e o livro citados, fui tomado de tal vergonha… E todos nós temos lá nossas dificuldades. Se não pra escrever, pra viver mesmo. Não pense você que tenho alguma veleidade. É pura terapia, mesmo. Complementa aquela outra, a terapia real, que tomo e retomo periodicamente, buscando me conhecer, me reconhecer, sem nunca chegar a uma edição aceitável de mim mesmo.

Tuke,_Henry_Scott_(1858–1929)_-_Youth_in_white_trousers

Chega um tempo, entretanto, em que é preciso parar de justificar com o passado o não-fazer presente. Caso contrário, será caixão levando uma edição do que poderia ter sido, e nunca foi, nem soube que poderia ter sido, apenas! Então, mãos à obra. Passar a régua, acabar de contar as histórias inacabadas, e encerrar esse capítulo.

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A história do Menino que gostava de meninos, verdadeira, você terá notado que tem um nome que induz ao erro. Não que eu não gostasse, mas porque eu não sabia que gostava. E nem sei se gostava mesmo a ponto de preferi-los às meninas. Na verdade, quem, como eu, desde pequeno demonstra uma certa dificuldade em se adaptar ao mundo masculino, acaba se relacionando melhor mesmo é com as mulheres! Depois de adulto, idem, mas agora por outros motivos, mas isso merece um texto à parte.
Comecei a primeira linha dessa história dizendo que respondo com alguma certeza, quando me perguntam “desde quando sou gay?…”, mas, sério!: não sei. E tenho minhas dúvidas se teria passado a gostar tanto de [alguns] homens se não tivesse vivido as experiências que passei. Se para outros pode ter sido adaptação, para mim acho que foi, mais que qualquer outra coisa, busca por um mundo ao qual eu não pertencia, uma tentativa canhestra de nele me inserir pela via da cumplicidade de atos. [Ok, você vai me dizer: peraí, que homens? Homens, ora, somos todos homens, mesmo que você seja hétero e não concorde com isso.] Como vou saber? Nem tenho mais tempo a dedicar a isso. Hoje em dia, nem mesmo aqueles que outrora consideravam carma algo imutável pensam mais assim. Tudo está em constante transformação e, em se tratando de almas, nada é uma equação com resultado exato, sempre podemos falar apenas em probabilidades.

Então, a probabilidade de que eu me assumisse gay depois daquela experiência com meu primo (capítuo I desta história) era grande. Não pelos atos em si, que você nem chamaria sexo, e nem eram mesmo. O que mais me marcou foram suas palavras, corroboradas, claro, pelas experiências posteriores. Ele me disse que eu não era homem, eu fui buscando evidências, sinais, formando uma personalidade em cima disso. Fica aqui mais um dilema tostines: sou gay pelas minhas experiências, ou minhas experiências é que me levaram a esse caminho. Eu fico com a primeira opção desse falso dilema e, em qualquer hipótese, uma certeza eu tenho: é um caminho sem volta e que não me impede, de modo algum, de ser feliz, mesmo contra toda a má vontade do mundo. Que sim, caro leitor, ainda existe!

Hoje, quem me vê me vê como homem, inclusive algumas, poucas, mulheres com quem me relacionei. Mas eu, sinceramente, não. Uma coisa estranha, muito, pois ao mesmo tempo gosto de ser homem, de me imaginar sendo um homem.

Já imagino alguém dizendo: se não é homem, é o quê? É uma questão de identidade que, sinceramente, ainda não está resolvida. Paro por aqui, hoje. Toquei num nervo aqui no dente da minha identidade. Vou ali passar um Sensodyne e retomo. Depois de alguma reflexão sobre isso.

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27 respostas para um menino que gostava de meninos – 6

  1. Latinha disse:

    E olha como são as coisas, ao ler os teus textos, eu sempre achei interessante a forma como você escreve, e nunca diria que escrever não era teu forte. No mais, uma das coisas que eu sempre achei bacana nos blogues, foi a possibilidade de perceber que muitas das minhas [inúmeras] questões, também eram questões de outras pessoas…

    Ainda hoje, enquanto subia os degraus até minha casa, eu vinha pensando “em probabilidades”… um dia eu gostaria de poder conversar mais contigo.Mas sobre essa sensação de não se adaptar, as vezes temos que aceitar que não nascemos para nos adaptar e se para nos destacar e não devemos nos ressentir ou sentir “vergonha” por isso. Provavelmente esteja ai nossa maior força!

    Abração!

    • Essa possibilidade, da troca de experiências com pessoas às quais antes (da Internet, dos blogs) não encontraríamos não tínhamos acesso, nos enriquece e permite perceber que não estamos sozinhos.
      Gostei das palavras decididas, fortes e sábias com que você encerrou seu comentário, que muito agradeço. Transformar as dificuldades em busca e realização, pra nós e pros outros! Parabéns por ter essa visão!
      P.S. Também gostaria de poder conversar mais contigo.
      Abração!

  2. fred disse:

    Eu já tô numas que preciso passar Sensodyne no corpo todo… hehehe! Mas prefiro ficar todo besuntado do que deixar qualquer história inacabada… #desses! Bom ver isso aqui “andando” e melhor ainda ler tuas “viagens”… me gusta! Bjs!

  3. bem, eu sinceramente adoro o jeito que vc escreve…

  4. Adriano disse:

    Aí eu acabo de ler o post do Foxx e venho ler esse. Aí me deparo com essa preciosidade em forma de palavras e você dizendo que não tem o dom da escrita?! Como assim?! Sinto até um pouco de vergonha, porque eu sim não sei escrever! Pelamor, ein! Tenha dó desse pobre mortal aqui (rsrs)

    Desculpe se eu não entendi o final do seu texto. O meu conceito de homem talvez seja um pouco mais abrangente, sei lá. Espero que você não tenha (não pode ter!) um conceito mais estreito, certo?

    Abração… quando eu crescer quero escrever igual a você.

  5. Adriano disse:

    Desculpe, mas preciso fazer uma pergunta: você não conhece o meu blog? Se for alguma confusão da minha parte, reforço o meu pedido de desculpas, tá certo?

    Abração

    • Quem deve pedir desculpas sou eu. Não só conheço como está aqui linkado desde minha primeira visita. É que seu link nos comentários não nos remete ao seu blog, e fiquei imaginando se seria mesmo eu digno da visita daquele que tão bem escreve nA Ilha…
      Abração

  6. fred disse:

    “Só conhecia o Fred e Barney”?!?! Mas eu duvido que tu nunca tenhas ouvido falar de Batman e Robin… #façameofavor… hahahahaha! Bjs!

  7. fred disse:

    Ah, meu bem.. linguiça é coisa que nunca falta neste covil aqui… hahahaha! Bjs!

  8. d4rif6t disse:

    Quando se escreve, seja lá onde for que se escreva, o “risco” – ou talvez seja apenas uma forma de manter os pés bem assentes na realidade – passa por chegar à conclusão de que, para quem lê, nem sempre é fácil extrair das palavras escritas aquilo que o autor pretendeu dizer.

    Isso, por vezes, acaba por ser uma frustração; outras, o constatar de que o que foi dito adquiriu asas e, de uma certa forma, se transformou numa espécie de versão digital do grito de Ipiranga. D. Pedro foi apenas o percursor!…

    Importa, se calhar, resistir à tentação, ou à inevitabilidade, de estabelecer comparações. Haverá sempre – as mais das vezes – quem escreva melhor e, numa perspectiva mais realista, quem o faça tratando a gramática de forma mais superficial. A escrita é, creio, uma descoberta pessoal. Não deve ser um atalho para a melancolia ou para a presunção.

    As experiências, sejam elas estruturantes ou meramente acessórias, conduzem-nos frequentemente a uma colisão frontal com os preconceitos e com uma certa moralidade balofa. Um homem, quando passa pela vida como se fosse um peregrino, quando não abdica de ser um permanente aprendiz, talvez nunca deixe de ser um adolescente em busca dos sonhos sempre longínquos. Sempre um passo mais à frente.

    Não sei se a felicidade existe, mas o fundamental é nunca deixar de ser Galahad. Apesar dos equívocos. Apesar das frustrações!…

    • Prezado Driftin’,

      Voltarei periodicamente ao seu comentário, que encerra verdades importantes para quem se dispõe a escrever, seja num pequeno diário, num blog, onde quer que seja. Tomo com especial carinho, neste momento, estas suas frase: “A escrita é, creio, uma descoberta pessoal. Não deve ser um atalho para a melancolia ou para a presunção.”
      Sempre uma honra receber sua visita e a generosidade de seus comentários.
      Forte abraço.

    • Driftin,
      Gostei tanto de seu coment e das referências q o Alex fez de vc q fui levado ao seu blog a partir de seu link … q viagem prazerosa poder compartilhar um pouco de suas emoções por lá … quis comentar mas não encontrei espaço … fica aqui o registro …

      Abração

  9. fred disse:

    Halls preto com chá quente?! #Virgenossa!!! Hahahaha! Bjs e boa quarta!

  10. fred disse:

    Nunca ouviu falar (nem “cantar”) do Naldo?!? Cara, acredite… tu és um felizardo… hahahaha! Bjs!

  11. “ao ler os teus textos, eu sempre achei interessante a forma como você escreve, e nunca diria que escrever não era teu forte …”

    “uma das coisas que eu sempre achei bacana nos blogues, foi a possibilidade de perceber que muitas das minhas [inúmeras] questões, também eram questões de outras pessoas…”

    “um homem, quando passa pela vida como se fosse um peregrino, quando não abdica de ser um permanente aprendiz, talvez nunca deixe de ser um adolescente em busca dos sonhos sempre longínquos. Sempre um passo mais à frente…”

    “não sei se a felicidade existe, mas o fundamental é nunca deixar de ser Galahad. Apesar dos equívocos. Apesar das frustrações!…”

    “e todos nós temos lá nossas dificuldades. Se não pra escrever, pra viver mesmo. Não pense você que tenho alguma veleidade. É pura terapia, mesmo. Complementa aquela outra, a terapia real, que tomo e retomo periodicamente, buscando me conhecer, me reconhecer, sem nunca chegar a uma edição aceitável de mim mesmo…

    Fico aqui a te imaginar e neste contexto não posso deixar de registrar q vejo em vc um Bratz q desde pequeno viveu, vive e viverá assim … Talvez pela minha idade quase longeva e pela experiência acumulada, cheguei a uma perspectiva de mim, mesmo q rascunhada … “Não alcanço ainda a simplicidade, a liberdade real onde se flutua acima das circunstâncias e dos pensamentos que condicionam as atitudes.
    Quero deixar que a vida me arraste. Tornar-me leve o bastante para ir no vento ou fluir como o rio.
    Vou então aos poucos me ensinando a viver em perspectivas de infinito, sem estar me debatendo nos limites das situações.
    Por isto, ando a procurar em mim, maiores espaços para olhar, para ver a beleza sem reservas, que pode estar além dos meus olhos…”

    Beijo grande querido AM

    ps: Acabei de receber o presente Alex/Fred … pura emoção … segunda-feira compartilho publicamente toda esta minha emoção …

    • Caro Bratz,

      receber um comentário assim tão rico é um presente. Pra mim, o que mais me surpreende nesse negócio de blog é a possibilidade de ter contato com pessoas com as quais eu, na vida real, jamais teria, quer pela distância física e a impossibilidade do encontro casual, quer pelo distanciamento intelectual e de atividade profissional, porque em meu dia-a-dia não tenho acesso a pessoas assim tão elevadas como você e os poucos que aqui comentam. Poucos, mas excelentes!

      E, sim, no nosso tempo, de nossas descobertas, não havia essa facilidade toda. Nos escondíamos do vizinho, sem saber que ele também poderia estar sentindo os mesmos medos, as mesmas dores… as mesmas dúvidas…

      Vejo que você também gostou de alguns trechos do Drfitn! Imagine, um rapaz, jovem homem, português vivendo em Lisboa, belo escritor, entrar em contato com a gente. De que outro modo isso seria possível, esse encontro, se não pela maravilha da tecnologia…

      E, claro, da boa vontade sua, dele, de todos.

      Grande abraço, querido amigo.

      • Imagina querido … esta maravilha de BlogsVille nos permite e nos concede desfrutar destes presentes … Obrigado pelo carinho …

        beijão

      • d4rif6t disse:

        «…português vivendo em Lisboa, belo escritor, entrar em contacto com a gente.»

        Grato, Alex, pelas palavras, mas “belo escritor” fica a um passo demasiado curto da presunção. Prefiro usar as palavras para retratar a minha realidade. Umas vezes o resultado agrada-me, outras… o melhor é não falar nisso.

        “entrar em contacto com a gente”!… É tão raro, no dia-a-dia, encontrar pessoas para quem as palavras não se limitam à simples adição de sílabas, que o melhor é fingir que não existem quilómetros e quilómetros a distanciar-nos.

  12. Caro Driftin, sua modéstia torna ainda mais encantadora tua, já bela, escrita!
    Forte abraço!

    • margot disse:

      Não posso deixar de entrar aqui nesse papo. Amo o que Drift’in escreve… de paixão. Ele sabe disso. Os posts dele sempre refletem a mim…. Estão no meu dia-a-dia….
      Gracias A.M. (rs)

  13. Bruno Garcia disse:

    Ainda começando nesse mundo do Blogsville me sinto inseguro em publicar alguns textos, acho alguns confusos…ou o confuso sou eu? Não me importo…coloco neste espaço o que sinto e para minha surpresa estou sendo bem interpretado; Afinal quem disse que para se expressar e colocar os sentimentos, à flor da pele, em um espaço virtual tem que ser obrigatoriamente catedrático? Acho que até o contrário…tudo que é vivido de forma intensa tem de ser expontâneo, o mais natural possível e a arte de se exercitar a tal ponto de tocar uma outra pessoa, mesmo distante, já compensa tudo! Um grande abraço e parabéns pelo seu texto, para mim é um privilégio poder estar tendo este contato com alguém como você! E caro Alex, um comentário seu em um texto meu, me fez novamente pensar no “acaso”…ele não existe…não acredito em coincidências, tanto no mundo virtual como no “real”, as pessoas se encontram por tantos meios que a vida proporciona, no momento certo, e um deles é para mim, talvez o mais bonito: Através de palavras que consolam, alegram, nos fazem perceber o quanto somos queridos e nos engrandece a cada dia! E eu me sinto muito feliz de poder participar com você desta experiência de “troca” emocional…sim….uma troca…de idéias, emoções, vivências…é um complemento…um alimento que fortalece o espírito de imediato, sem intermediações físicas, pois onde existe o sentimento, não existe espaço ou tempo!
    Grato por tudo mais uma vez;
    P.S – Sou muito amigo do Bratz e ele está me ajudando muito neste começo…me incentiva….elogia…um amigo mais que irmão, até fiz um post em homenagem a ele e ao Wanderley, não sei se teve a oportunidade de ler…enfim…a cada dia novos amigos e isso é o que mais me alegra!!!

    • Caro Bruno,

      Seu comentário quase post me recomendou que fosse até lá no seu blog conversar contigo, mas deixo aqui também uma réplica, para que outros visitantes possam saber…
      Não te acho confuso. Na verdade, nem tive tempo de pensar nisso, pois seu texto me levou e arrastou, longe, com prazer, profundo, só…
      O privilégio é meu. Acredite nisso! De outra forma, provavelmente eu jamais ousaria me aproximar de alguém assim tão … belo e importante. Minha timidez e autoestima não permitem…
      Nesse sentido, se ainda sentes algum receio, desnuda-te e vai à praça pública, sem medos. Os aplausos poderão surpreender-te. E se alguma vaia for ouvida, saiba desde já que terá sido de pura inveja de alguém que não pode suportar a beleza de seus escritos.
      Se conselho pudesse dar, daria o que eu tenho procurado seguir: ser verdadeiro.
      No meu caso, é mais fácil, pois (ainda) escrevo sob pseudônimo.
      Com vês, pouco ouso desnudar-me. E quando o faço, ainda uso uma máscara que me cobre o rosto. Se ouço aplausos? Não sei. Bastam-me os que ouvi até agora. O seu, felizmente, incluído!
      Grande abraço!

  14. fred disse:

    Nossaaaaaaaaaa! Comments bombando neste blog! Só os meus que não ganham réplica… mas deve ser pq só falo bobagem… hahahahaha! Bjos, meu caro!

    • Uai, pensei que você tivesse estabelecido como norma responder sempre no seu blog… Vejo que muitos falam lá sobre assuntos apenas bilaterais, troca de correspondências entre o seu e o blog deles… E noto que você sempre responde aqui os comentários que deixo lá … Então… Se preferir, mudamos isso. Faço como for melhor. Quero é trocar ideias e impressões com você, do jeito mais fácil…
      Abração

  15. margot disse:

    Oi Alex….. acho estranho vc ainda persistir em dizer que não sabe escrever… rsrrs… Tu é um “doutor” na escrita meu querido. Um sabio com as palavras, e nos mostra tão claramente o que quer dizer, que é como se vivessemos contigo, suas duvidas, receios, alegrias e certezas.

    Gosto demais de estar aqui. Estive afastada por um tempo….. coisas aqui e ali…. mas colocando em dia a leitura de alguns que merecem mais atenção…como voce!

    Beijos sempre.

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